
Os catadores de lixo que viviam no antigo lixão de Itabuna passarão a receber cestas básicas, aluguel social e bolsa de R$ 700,00. O acordo foi definido na manhã desta terça-feira, dia 11, durante reunião entre secretários municipais e uma comissão de representantes dos catadores, após um protesto em frente ao Centro Administrativo Firmino Alves.
O encontro, coordenado pela secretária de Planejamento, Sônia Fontes, contou com as presenças dos secretários Almir Melo Júnior, de Infraestrutura e Urbanismo, e Júnior Brandão, de Governo. Emerson Ferreira dos Santos e Osvaldo Silva dos Santos representaram as famílias que trabalhavam no lixão.
Desde a semana passada, a Prefeitura vem tentando promover o cadastramento das famílias que atuam no lixão. Busca, também, fornece cestas básicas e garantir aluguel social por meio da Secretaria de Promoção Social, além de destinar bolsa de R$ 700,00 pela CVR Costa do Cacau.
Além disso, a associação de catadores será destinado um galpão, esteira separadora e prensa, cinco bicicletas e instalação de dez ecopontos.
Sobre os animais que viviam no lixão, o secretário esclarece que a Agência de Defesa Agropecuária-Adab foi acionada para que tome as providências necessárias.
A preocupação se refere ao fato de os animais estarem contaminados com metais pesados como chumbo, mercúrio, e serem fontes de disseminação de doenças caso sejam consumidos pela população.
O secretários reafirmaram nesta terça-feira, dia 11, que é irreversível a destinação dos resíduos sólidos ao aterro certificado pelos órgãos ambientais no quilômetro 21,5 da rodovia BR-415, Jorge Amado, trecho Ilhéus–Itabuna.
Segundo Sônia Fontes, o prefeito Augusto Castro tomou a decisão acertada de cumprir a legislação, especialmente o Marco do Saneamento, passando a utilizar o aterro sanitário para disposição dos resíduos sólidos.